quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Powerpoint sobre Questões de Ética relacionadas com o DNA recombinante


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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Ficha de Trabalho sobre o Esqueleto Humano e Crescimento dos Ossos


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Documento sobre a Lavagem e Desinfecção das Mãos


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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Manual Clínico sobre Prevenção do Suicidio


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domingo, 4 de dezembro de 2016

Powerpoint sobre Vias de Administação de Medicamentos


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Powerpoint sobre Humanização nos Serviços de Saúde


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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Prova de Aferição sobre Anatomofisiologia


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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Principios de Socorrismo

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sábado, 26 de novembro de 2016

Primeiros Socorros

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Primeiros Socorros


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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Powerpoint sobre Primeiros Socorros


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domingo, 20 de novembro de 2016

Manual de Primeiros Socorros


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Primeiros Socorros, Tipos de Acidentes e Formas de Atuação



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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Powerpoint sobre Primeiros Socorros em Caso de Electrocussão


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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

sábado, 12 de novembro de 2016

Mais de 500 casos de gripe A detectados em escolas

'Desde o início do ano lectivo, apenas os estabelecimentos de ensino das regiões do Alentejo, Algarve e da Madeira escaparam ao vírus. É no Norte que há mais casos entre alunos

Mais de 500 alunos foram infectados com gripe A desde que se iniciaram as aulas. Segundo dados que o DN recolheu junto de todas as regiões, serão já cem as escolas públicas e privadas e infantários com registo da doença. A região do País com mais casos é o Norte. Só na semana de 20 a 27 de Setembro foram registadas 328 situações de estudantes, das quais 159 em crianças com menos de 10 anos.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo, desde o início do ano lectivo, os delegados de saúde tiveram conhecimento de, pelo menos, 104 situações. A zona com mais infectados é a do Oeste Norte - que inclui Caldas da Rainha, Alcobaça, Peniche, Óbidos Bombarral ou Nazaré -, tendo-se verificado casos de gripe pandémica em 51 alunos de 47 escolas. Destes, só 25% foram confirmados por testes laboratoriais, precisa o delegado local.
Também as escolas da Amadora têm registo de 20 doentes, de nove estabelecimentos de ensino. E o Cacém registou 11 situações, numa dezena de escolas.
Grande parte destes casos estão já resolvidos - ou seja, os alunos já não estão doentes - e não provocaram qualquer surto de gripe. Neste momento, segundo dados da Administração Regional de Saúde de Lisboa, há 42 casos de crianças ainda em quarentena, detectados em 27 estabelecimentos de ensino.
No Centro do País, o delegado regional teve conhecimento de 11 casos em seis escolas. Já no Alentejo e no Algarve não há qualquer caso confirmado da doença em escolas desde o início do ano lectivo, segundo explicaram ao DN os delegados regionais.
Nas regiões autónomas apenas a ilha de S. Miguel, nos Açores, regista casos em escolas. Há 50 alunos infectados com o vírus H1N1, 43 deles na escola da Maia e os restantes noutros dois estabelecimentos de ensino.
Os delegados de saúde das várias localidades têm acompanhado estes casos de perto e aconselhado as escolas sobre os procedimentos a tomar. Nem todas as situações são confirmadas através de testes, tal como acontece para a maioria das situações de gripe A desde meados de Agosto.
Nenhum estabelecimento de ensino foi até agora encerrado no País. Apenas a escola da Lagoa, em S. Miguel, com cinco casos confirmados da doença, suspendeu as aulas de uma das turmas até ao final da semana.
Segundo António Diniz, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, o encerramento de escolas só deve ser feito em situações excepcionais e decidido caso a caso. "Só faz sentido se servir para cortar cadeias de transmissão", explica. "Ou seja, se isso servir para manter as crianças em casa de forma a estas não contagiarem outras. Se a escola fechar, mas as crianças ficarem a brincar na rua, não resolve nada."
Na última semana, foram detectados no País mais 1530 casos de gripe A. O número, ontem divulgado pela Direcção- Geral da Saúde, representa um decréscimo do ritmo de novas infecções, que nas semanas anteriores foram sempre superiores às duas mil.
Ao longo da semana passada, 21 doentes de gripe estiveram internados em hospitais, seis deles em unidades de cuidados intensivos. Contudo, a maioria dos novos casos diagnosticados não registou gravidade, garante a Direcção-Geral da Saúde.
No entanto, foi na última semana que se registaram os primeiros casos de morte entre portugueses infectados. Dois homens, um de 49 anos, internado desde Agosto no Curry Cabral, em Lisboa, e que tinha sido até então saudável e um outro, transplantado renal, que se encontrava em estado grave no Hospital de Santo António, no Porto.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cegos devem reforçar higiene das mãos

Os cegos estão a ser aconselhados a reforçar os cuidados de higiene às mãos, uma vez que a insuficiência visual os obriga a recorrer constantemente ao tacto, potenciando a infecção com o vírus da gripe A.

Segundo Carlos Lopes, presidente da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, a principal mensagem da circular a distribuir pelos associados vinca a necessidade de os invisuais reforçarem a higiene das mãos, lavando-as com mais frequência. Por outro lado, a bengala também deve merecer cuidados de higiene contínuos, uma vez que é um objecto que está constantemente em contacto com múltiplas superfícies, adiantou o responsável da ACAPO. Carlos Lopes lamentou que o Ministério da Saúde não se tenha lembrado dos invisuais na produção de folhetos sobre a gripe A, pelo que a ACAPO está a elaborar documentação em Braille.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Vacina da gripe A pode ser fatal

A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.

O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .

A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.

O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .

A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.

Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."

BOMBEIROS CRITICAM FALHAS NA PROTECÇÃO

O presidente da Associação dos Bombeiros Profissionais, Fernando Curto, disse ontem que há muitas câmaras que não estão preparadas para lidar com o vírus da gripe A. "Muitas autarquias ainda colocam a prevenção, a segurança e o trabalho dos bombeiros em segundo plano quer em termos financeiros, de efectivos e de organização", lamentou Fernando Curto, que se reuniu com o Ministério da Saúde. Curto defende a vacinação de todos ou quase todos os bombeiros e a reposição dos kits de protecção e de desinfecção sempre que necessário.

FÉRIAS SUSPENSAS

O Ministério da Saúde deu indicação a todos os profissionais da saúde – médicos, enfermeiros e auxiliares – para não gozarem férias neste período de pandemia da gripe, dado o aumento do número de novos casos.

ESCLARECIMENTOS

O centro de saúde de Évora promove hoje e amanhã sessões de esclarecimento sobre a gripe A, na Direcção Regional de Educação do Alentejo.

GRIPE A VISTA À LUPA

2983 novos casos de gripe foram diagnosticados em Portugal entre os dias 7e 13 de Setembro. Totalizam, neste momento 10 496.

SEM GRAVIDADE

Segundo a ministra da Saúde, Ana Jorge, a maioria dos casos diagnosticados na última semana não registou gravidade.

3205 pessoas morreram em todo o Mundo devido à gripe A, até ao dia 6 de Setembro.

MÉDICOS DE BAIXA

Autoridades da Venezuela revelaram que nove (50 por cento) dos médicos do Hospital Central do Estado de Aragua estão de baixa por estarem infectados com o vírus.

19 pessoas infectadas com o novo vírus da gripe A necessitaram de cuidados hospitalares na última semana, tendo estado internadas durante alguns dias.

UMA OU DUAS DOSES

As autoridades da saúde ainda não sabem se basta uma dose da vacina para garantir a profilaxia da gripe ou se é necessária uma segunda dose.

5 portugueses foram internados nos Cuidados Intensivos, de acordo com os dados revelados ontem.

"Se todos os bombeiros fazem o socorro e somos veículo de transmissão de doença, temos de ter todas as precauções"

Fernando Curto, Ass. Nac. Bombeiros Profissionais


CM

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

As verdades que não nos dizem

Uma carta confidencial do Governo britânico para médicos directores de departamentos de neurologia foi revelada ao jornal "The Mail".
A vacina contra a Gripe Suína causa uma doença nervosa fatal.
Levanta-se a questão: Porque é que o Governo não avisou o público uma vez que estão planeados milhões de vacinações - inclusivo a mulheres grávidas e crianças?
Uma vez que este tipo notícia dificilmente chega ao universo português, façam o favor de avisar as pessoas que vos são queridas para não tomarem a vacina contra a gripe suína.
Será deste perigo que o Director Geral de Saúde refere? Será que muita gente vai morrer da cura e não da doença? Terá esta pandemia sido criada em laboratório, para dar mais uns milhões à indústria farmacêutica?

in

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Swine flu jab link to killer nerve disease: Leaked letter reveals concern of neurologists over 25 deaths in America



A girl wearing a face mask to prevent swine flu in London
Prevention: Is the swine flu jab safe?
A warning that the new swine flu jab is linked to a deadly nerve disease has been sent by the Government to senior neurologists in a confidential letter.
The letter from the Health Protection Agency, the official body that oversees public health, has been leaked to The Mail on Sunday, leading to demands to know why the information has not been given to the public before the vaccination of millions of people, including children, begins.
It tells the neurologists that they must be alert for an increase in a brain disorder called Guillain-Barre Syndrome (GBS), which could be triggered by the vaccine.
GBS attacks the lining of the nerves, causing paralysis and inability to breathe, and can be fatal.
The letter, sent to about 600 neurologists on July 29, is the first sign that there is concern at the highest levels that the vaccine itself could cause serious complications.
It refers to the use of a similar swine flu vaccine in the United States in 1976 when:
  • More people died from the vaccination than from swine flu.
  • 500 cases of GBS were detected.
  • The vaccine may have increased the risk of contracting GBS by eight times.
  • The vaccine was withdrawn after just ten weeks when the link with GBS became clear.
  • The US Government was forced to pay out millions of dollars to those affected.
Concerns have already been raised that the new vaccine has not been sufficiently tested and that the effects, especially on children, are unknown.
It is being developed by pharmaceutical companies and will be given to about 13million people during the first wave of immunisation, expected to start in October.
Top priority will be given to everyone aged six months to 65 with an underlying health problem, pregnant women and health professionals.
The British Neurological Surveillance Unit (BNSU), part of the British Association of Neurologists, has been asked to monitor closely any cases of GBS as the vaccine is rolled out.
One senior neurologist said last night: ‘I would not have the swine
flu jab because of the GBS risk.’
There are concerns that there could be a repeat of what became known as the ‘1976 debacle’ in the US, where a swine flu vaccine killed 25 people – more than the virus itself.
A mass vaccination was given the go-ahead by President Gerald Ford because scientists believed that the swine flu strain was similar to the one responsible for the 1918-19 pandemic, which killed half a million Americans and 20million people worldwide.
Swine flu vaccines being prepared
The swine flu vaccine being offered to children has not been tested on infants
Within days, symptoms of GBS were reported among those who had been immunised and 25 people died from respiratory failure after severe paralysis. One in 80,000 people came down with the condition. In contrast, just one person died of swine flu.
More than 40million Americans had received the vaccine by the time the programme was stopped after ten weeks. The US Government paid out millions of dollars in compensation to those affected.
The swine flu virus in the new vaccine is a slightly different strain from the 1976 virus, but the possibility of an increased incidence of GBS remains a concern.
Shadow health spokesman said last night: ‘The last thing we want is secret letters handed around experts within the NHS. We need a vaccine but we also need to know about potential risks.
‘Our job is to make sure that the public knows what’s going on. Why
is the Government not being open about this? It’s also very worrying if GPs, who will be administering the vaccine, aren’t being warned.’
Two letters were posted together to neurologists advising them of the concerns. The first, dated July 29, was written by Professor Elizabeth Miller, head of the HPA’s Immunisation Department.
It says: ‘The vaccines used to combat an expected swine influenza pandemic in 1976 were shown to be associated with GBS and were withdrawn from use.
‘GBS has been identified as a condition needing enhanced surveillance when the swine flu vaccines are rolled out.
‘Reporting every case of GBS irrespective of vaccination or disease history is essential for conducting robust epidemiological analyses capable of identifying whether there is an increased risk of GBS in defined time periods after vaccination, or after influenza itself, compared with the background risk.’
The second letter, dated July 27, is from the Association of British Neurologists and is written by Dr Rustam Al-Shahi Salman, chair of its surveillance unit, and Professor Patrick Chinnery, chair of its clinical research committee.
America swine flu 1976
Halted: The 1976 US swine flu campaign
It says: ‘Traditionally, the BNSU has monitored rare diseases for long periods of time. However, the swine influenza (H1N1) pandemic has overtaken us and we need every member’s involvement with a new BNSU survey of Guillain-Barre Syndrome that will start on August 1 and run for approximately nine months.
‘Following the 1976 programme of vaccination against swine influenza in the US, a retrospective study found a possible eight-fold increase in the incidence of GBS.
‘Active prospective ascertainment of every case of GBS in the UK is required. Please tell BNSU about every case.
‘You will have seen Press coverage describing the Government’s concern about releasing a vaccine of unknown safety.’
If there are signs of a rise in GBS after the vaccination programme begins, the Government could decide to halt it.
GBS attacks the lining of the nerves, leaving them unable to transmit signals to muscles effectively.
It can cause partial paralysis and mostly affects the hands and feet. In serious cases, patients need to be kept on a ventilator, but it can be fatal.
Death is caused by paralysis of the respiratory system, causing the victim to suffocate.
It is not known exactly what causes GBS and research on the subject has been inconclusive.
However, it is thought that one in a million people who have a seasonal flu vaccination could be at risk and it has also been linked to people recovering from a bout of flu of any sort.
The HPA said it was part of the Government’s pandemic plan to monitor GBS cases in the event of a mass vaccination campaign, regardless of the strain of flu involved.
But vaccine experts warned that the letters proved the programme was a ‘guinea-pig trial’.
Dr Tom Jefferson, co-ordinator of the vaccines section of the influential Cochrane Collaboration, an independent group that reviews research, said: ‘New vaccines never behave in the way you expect them to. It may be that there is a link to GBS, which is certainly not something I would wish on anybody.
‘But it could end up being anything because one of the additives in one of the vaccines is a substance called squalene, and none of the studies we’ve extracted have any research on it at all.’
He said squalene, a naturally occurring enzyme, could potentially cause so-far-undiscovered side effects.
Jackie Fletcher, founder of vaccine support group Jabs, said: ‘The Government would not be anticipating this if they didn’t think there was a connection. What we’ve got is a massive guinea-pig trial.’
Professor Chinnery said: ‘During the last swine flu pandemic, it was observed that there was an increased frequency of cases of GBS. No one knows whether it was the virus or the vaccine that caused this.
‘The purpose of the survey is for us to assess rapidly whether there is an increase in the frequency of GBS when the vaccine is released in the UK. It also increases consultants’ awareness of the condition.
Panic over? The number of swine flu cases has fallen sharply in the past week
Panic over? The number of swine flu cases has fallen sharply in the past few weeks
‘This is a belt-and-braces approach to safety and is not something people should be substantially worried about as it’s a rare condition.’
If neurologists do identify a case of GBS, it will be logged on a central database.
Details about patients, including blood samples, will be collected and monitored by the HPA.
It is hoped this will help scientists establish why some people develop the condition and whether it is directly related to the vaccine.
But some question why there needs to be a vaccine, given the risks. Dr Richard Halvorsen, author of The Truth About Vaccines, said: ‘For people with serious underlying health problems, the risk of dying from swine flu is probably greater than the risk of side effects from the vaccine.
‘But it would be tragic if we repeated the US example and ended up with more casualties from the jabs.
‘I applaud the Government for recognising the risk but in most cases this is a mild virus which needs a few days in bed. I’d question why we need a vaccine at all.’
Professor Miller at the HPA said: ‘This monitoring system activates pandemic plans that have been in place for a number of years. We’ll be able to get information on whether a patient has had a prior influenza illness and will look at whether influenza itself is linked to GBS.
‘We are not expecting a link to the vaccine but a link to disease, which would make having the vaccine even more important.’
The UK’s medicines watchdog, the Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, is already monitoring reported side effects from Tamiflu and Relenza and it is set to extend that surveillance to the vaccine.
A Department of Health spokesperson said: ‘The European Medicines Agency has strict processes in place for licensing pandemic vaccines.
‘In preparing for a pandemic, appropriate trials to assess safety and the immune responses have been carried out on vaccines very similar to the swine flu vaccine. The vaccines have been shown to have a good safety profile.
‘It is extremely irresponsible to suggest that the UK would use a vaccine without careful consideration of safety issues. The UK has one of the most successful immunisation programmes in the world.’
I COULDN''T EAT OR SPEAK... IT WAS HORRENDOUS
Hilary Wilkinson
Victim: Hilary Wilkinson spent three months in hospital after she was diagnosed with Guillain-Barre Syndrome
When Hilary Wilkinson woke up with muscle weakness in her left arm and difficulty breathing, doctors initially put it down to a stroke.
But within hours, she was on a ventilator in intensive care after being diagnosed with Guillain-Barre Syndrome.
She spent three months in hospital and had to learn how to talk and walk again. But at times, when she was being fed through a drip and needed a tracheotomy just to breathe, she doubted whether she would survive.
The mother of two, 57, from , Cumbria, had been in good health until she developed a chest infection in March 2006. She gradually became so weak she could not walk downstairs.
Doctors did not diagnose Guillain-Barre until her condition worsened in hospital and tests showed her reflexes slowing down. It is impossible for doctors to know how she contracted the disorder, although it is thought to be linked to some infections.
Mrs Wilkinson said: ‘It was very scary. I couldn’t eat and I couldn’t speak. My arms and feet had no strength and breathing was hard.
I was treated with immunoglobulin, which are proteins found in blood, to stop damage to my nerves. After ten days, I still couldn’t speak and had to mime to nurses or my family.
‘It was absolutely horrendous and I had no idea whether I would get through it. You reach very dark moments at such times and wonder how long it can last.
But I’m a very determined person and I had lots of support.’
After three weeks, she was transferred to a neurological ward, where she had an MRI scan and nerve tests to assess the extent of the damage.
Still unable to speak and in a wheelchair, Mrs Wilkinson eventually began gruelling physiotherapy to improve her muscle strength and movement but it was exhausting and painful.
Three years later, she is almost fully recovered. She can now walk for several miles at a time, has been abroad and carries out voluntary work for a GBS Support Group helpline.
She said: ‘It makes me feel wary that the Government is rolling out this vaccine without any clear idea of the GBS risk, if any. I wouldn’t wish it on anyone and it certainly changed my life.
‘I’m frightened to have the swine flu vaccine if this might happen again – it’s a frightening illness and I think more research needs to be done on the effect of the vaccine.’

Hotline staff given access to confidential records

Confidential NHS staff records and disciplinary complaints could be accessed by hundreds of workers manning the Government’s special swine flu hotline.
They were able to browse through a database of emails containing doctors’ and nurses’ National Insurance numbers, home addresses, dates of birth, mobile phone numbers and scanned passport pages – all details that could be used fraudulently.
And private and confidential complaints sent by hospitals about temporary medical staff – some of whom were named – were also made available to the call-centre workers, who were given a special password to log in to an internal NHS website.
It could be a breach of the Data Protection Act.
The hotline staff work for NHS Professionals, which was set up using taxpayers’ money to employ temporary medical and administrative staff for the health service.
The not-for-profit company runs two of the Government’s swine flu call centres – with 300 staff in Farnborough, Hampshire, and 900 in Watford, Hertfordshire.
Shadow Health Secretary described the revelations as ‘disturbing’.
Anne Mitchell, a spokeswoman for Unison, said: ‘There’s no excuse for such a fundamental breach of personal security. Action needs to be taken as soon as possible to make sure this does not happen again.’
A spokeswoman for NHS Professionals would not confirm whether access to the confidential files had been granted.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Ausência de mortes em Portugal não vai continuar

O director-geral da Saúde congratulou-se por Portugal não ter registado qualquer morte associada à gripe A, mas alertou que esta situação não vai manter-se, prevendo que a crise causada pela epidemia dure até dois anos.

Num encontro promovido pela Ordem dos Médicos para esclarecimento sobre as várias questões que preocupam os clínicos, a propósito da gripe A, Francisco George realçou a importância da resposta portuguesa à crise, que se traduz numa ausência de mortes.

Contudo, o especialista em saúde pública alertou: "Não vamos continuar com uma letalidade de zero".

Francisco George estima que a crise epidémica deverá durar entre um e dois anos e defende uma preparação contínua.

Neste encontro participam representantes dos colégios das especialidades que, prevê-se, sejam as que mais terão de lidar com a doença: medicina interna, pediatria, infecciologia, pneumologia, medicina geral e familiar e do trabalho.

Isabel Caixeiro, da secção regional do sul da Ordem dos Médicos e promotora do encontro, disse aos jornalistas que o evento se realiza na altura certa, ou seja, quando se prevê que as respostas venham a ser mais necessárias.

Foram muitas as perguntas que os profissionais presentes lançaram a debate, relacionadas com questões como a falta de pessoal para responder a uma cada vez maior solicitação e também aspectos práticos, como os da administração dos medicamentos e das vacinas.

A este propósito, Etelvina Calé, da Direcção-Geral da Saúde (DGS), alertou para uma racional administração dos medicamentos anti-virais disponíveis, defendendo que, como medida quimioprofiláctica, apenas as pessoas que pertencem aos grupos de risco e que tenham estado em contacto próximo com uma pessoa infectada é que devem receber o Tamiflu.

A especialista alertou para os perigos de uma toma desenfreada de antiviral como medida profiláctica, preocupação que foi corroborada por outros clínicos presentes.

A propósito do Tamiflu, Francisco George garantiu que o medicamento tem demonstrado eficácia e que, actualmente, apenas dez doentes em todo o mundo apresentaram resistência a este fármaco, escolhido por Portugal para a reserva estratégica de medicamentos contra uma pandemia de gripe.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Médicos cada vez menos imunes à ansiedade dos utentes e a vacina ainda nem chegou

António Vaz Carneiro, que preside ao Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência (CEMBE), entende as dúvidas das pessoas e compreende bem o dilema dos médicos nesta “novela” da gripe A.

Este internista no Hospital de Santa Maria não encontra justificação para tamanha resposta da parte das autoridades.

Se, por um lado, concorda com as medidas preventivas que passam por mais cuidados de higiene, por outro discorda das posições e medidas alarmistas que “são mais políticas do que científicas”.

Por se tratar de “uma gripe normal”, António Vaz Carneiro considera que nem sequer deveria ter conduzido o mundo na busca de uma vacina e, muito menos, nos gastos astronómicos, nomeadamente com a aquisição de medicamentos que “só servem para diminuir 24 horas de sintomas”, numa referência ao Oseltamivir, que Portugal também adquiriu.

A vacina existe e Portugal comprou doses para 30 por cento da população, começando a sua administração no dia 26 de Outubro, para um pequeno grupo, dentro dos prioritários.

Inicialmente chegarão 49 mil doses, mas a totalidade só estará em território português em 2010.

Vaz Carneiro considera que, já que a vacina foi comprada pelo Estado português, só faz sentido a sua administração aos grupos de risco.

Mas nem todos entendem estes critérios. Antónia não acredita que as vacinas não sejam para todos e pensa que, se o pediatra recomendar, o filho terá direito a uma, o que não é verdade.

Por agora, as suas principais dúvidas vão para os alegados efeitos adversos da vacina, sobre os quais leu "em qualquer parte".

Essa “qualquer parte” é a Internet, onde uma busca rápida permite identificar centenas de conversas entre pessoas que tentam saber se a vacina é segura. Outras “revelam” que tudo isto é uma cabala para acabar com a humanidade ou dar dinheiro aos laboratórios.

Em relação à segurança da vacina, António Vaz Carneiro reconhece que, desde a identificação do genoma viral, até à produção da vacina, passou muito pouco tempo.

No entanto, acrescentou, “não existe nada que indique que esta é uma vacina mais perigosa do que as outras”.

O clínico está mais preocupado com a forma como a população está - e vai, certamente - encarar a doença, assim como a distribuição da vacina que deixará de fora 70 por cento da população.

“A ansiedade das pessoas, perante uma doença que tem um quadro clínico relativamente benigno, está a criar-nos muitos problemas”.

Esses problemas já chegaram ao centro de saúde onde trabalha a médica de família Adelaide, que mesmo antes do anúncio do início da vacinação contra o H1N1 já coleccionava algumas “pérolas” de medos.

“Tive uma doente que me disse que, assim que a vacina chegasse, ia ficar à porta deste centro de saúde (em Lisboa) até receber uma”, contou.

Um outro utente, de 76 anos, anunciou-lhe que jamais seria vacinado, pois sabia que “o Exército estava por trás”.

“Eu explico às pessoas, mas elas nem sempre querem ouvir e a verdade é que, quando me perguntam se a vacina é segura, eu também não tenho grandes dados que me permitam garantir que é”.

Lusa/SOL

domingo, 30 de outubro de 2016

Primeiras vacinas chegam a Portugal a partir de 12 de Outubro

Fonte oficial da empresa farmacêutica explicou hoje à Agência Lusa que as entregas vão acontecer faseadamente em todos os países que encomendaram as vacinas à GlaxoSmithKline, como aconteceu com o Governo português.

As entregas ocorrem em «proporção à encomenda total feita por cada Governo», informou.

Em Julho, o Executivo português aprovou uma verba de 45 milhões de euros para adquirir seis milhões de vacinas, que servirão para imunizar três milhões de pessoas.

A Agência Europeia para os Medicamentos (EMEA) recomendou à Comissão Europeia (CE) a autorização de duas vacinas - a Focetria (laboratório Novartis) e a Pandremrix (GlaxoSmithKline).

A CE anunciou hoje que irá «nos próximos dias, o mais rapidamente possível», autorizar a comercialização.

As autoridades recomendam a administração de duas doses da vacina, mas a mesma fonte da Glaxo prevê que possa «ser alterada a qualquer momento».

«Quando houver consubstanciação dos resultados dos primeiros ensaios clínicos, que mostraram que uma dose dá uma boa resposta imunitária: uma grande quantidade de anticorpos elevada», acrescentou.

Assim, poderia ser utilizada apenas uma dose, o que possibilitaria «imunizar mais pessoas».

A vacina poderá ser administrada a grávidas e crianças a partir dos seis meses de idade.

A mesma fonte da farmacêutica referiu à Lusa que, tal como na vacina contra a gripe sazonal, a dose da vacina contra a gripe A destinada a crianças será metade da dos adultos.

A quantidade para as crianças é de 0,25 mililitros e a vacina deverá ser administrada com um intervalo de três semanas.

Numa conferência de imprensa realizada hoje através da Internet, responsáveis da EMEA explicaram que ambas as vacinas são protótipos de vacina, que podem ser adaptados em casos de pandemia.

No caso concreto, «a estirpe de vírus H5N1 [gripe das aves] que integra ambas as vacinas recomendadas foi substituída pela estirpe H1N1», explicou a EMEA.

As vacinas devem ser administradas em duas doses, com intervalo de três semanas e podem também ser usadas em grávidas e em crianças a partir dos seis meses de idade.

A EMEA, organismo da União Europeia (UE) com sede em Londres, tem como principal atribuição a protecção e a promoção da saúde pública e animal através da avaliação e supervisão dos medicamentos para uso humano e veterinário.

A EMEA é responsável pela avaliação científica dos pedidos de autorização de introdução no mercado de medicamentos apresentados a nível da UE.

Lusa / SOL

sábado, 29 de outubro de 2016

Polícias que atendem público serão os primeiros a ser vacinados na PSP

Este primeiro grupo, adianta a PSP, corresponde a 16 por cento do total do efectivo definido para vacinação num universo de seis níveis de actuação.

Esta força de segurança tem cerca de 22 mil efectivos.

No âmbito da resposta à gripe A, o Ministério da Saúde definiu grupos prioritários para a vacinação contra o H1N1, campanha que arranca, através do Serviço Nacional de Saúde, a partir de 26 de Outubro.

Nesse sentido, a ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou hoje que, entre os grupos prioritários, estão «profissionais que desempenham funções essenciais» e que caberá agora às empresas elegerem um conjunto de profissionais que consideram «indispensáveis» para receberem a vacina.

A PSP explicou à Lusa que possui um Plano de Contingência aprovado que já foi accionado aquando do primeiro caso registado na nossa instituição, a 13 de Agosto.

No que diz respeito ao plano de vacinação da PSP, o mesmo está contemplado no Plano de contingência através de subgrupos e níveis de actuação.

Lusa / SOL

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Doentes crónicos serão vacinados à medida que forem disponibilizadas mais vacinas

A ministra da Saúde anunciou hoje que os três milhões de vacinas encomendados pelo Governo português chegarão a Portugal por tranches, considerando a capacidade de produção da indústria.

Numa primeira fase, o país receberá 49 mil doses de vacinas, que serão administradas aos profissionais de saúde considerados «imprescindíveis e insubstituíveis», a grávidas de 2.º e 3.º trimestres com patologia associada e a outros profissionais considerados essenciais para o funcionamento da sociedade.

Lusa / SOL

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Campanha de vacinação conta numa primeira fase com 49 mil doses

Em conferência de imprensa, Ana Jorge explicou que nesta primeira fase de vacinação, que se iniciará a 26 de Outubro, será necessário, dentro dos grupos prioritários, escolher os que devem ter um acesso mais rápido.

Por esta razão, serão vacinados os profissionais de saúde, mas apenas os que «pela especialização e especificidade das suas funções» são considerados «dificilmente substituíveis».

Também no grupo das grávidas serão apenas vacinadas as que se encontram no segundo e terceiro trimestre de gravidez e com patologias graves associadas.

Outro grupo que irá prioritariamente receber a vacina é o dos profissionais que desempenhem «actividades essenciais». Ana Jorge explicou que entre estes se encontram funcionários de empresas que fornecem serviços como gás, electricidade, comunicações, segurança, saneamento e também da comunicação social.

A ministra disse ainda que caberá às empresas definir o número restrito destes profissionais.

Nesta primeira fase deverão ainda ser vacinados os titulares de órgãos de soberania.

A ministra explicou que a vacina irá chegar de uma forma gradual, esperando que um milhão de portugueses esteja vacinado até Janeiro.

Para já, adiantou, não há intenção de Portugal adquirir mais vacinas.

Questionada sobre a hipótese de a vacinação decorrer já depois do pico da pandemia, Ana Jorge esclareceu que tal se deve ao ritmo de produção da vacina.

Em relação à forma como os portugueses irão receber a vacina, a ministra explicou que será administrada nos locais onde todas as outras são actualmente ministradas, fazendo parte do circuito normal de vacinação.

Os utentes que fazem parte destes grupos prioritários - que sejam seguidos no sector público ou privado - só receberão a vacina mediante a apresentação de uma declaração do seu médico que sob o compromisso de honra profissional ateste a necessidade de vacinação.

Sem este documento, esclareceu a titular da pasta da Saúde, não será autorizada a administração da vacina.

Lusa / SOL

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Campanha de vacinação arranca a 26 de Outubro

A ministra da Saúde, Ana Jorge, explicou em conferência de imprensa que as grávidas abrangidas pela campanha são as que estão no segundo e terceiro trimestres de gestação e que apresentam «patologias graves associadas».

Serão ainda imunizados «profissionais que desempenham actividades essenciais, imprescindíveis e insubstituíveis» para o normal funcionamento da sociedade.

As vacinas serão administradas no Serviço Nacional de Saúde, acrescentou.

Lusa/SOL

sábado, 22 de outubro de 2016

Gripe A H1N1 Surto em Valença é a primeira onda epidémica em Portugal

O director da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) afirmou hoje que o surto de gripe que assolou todas as escolas de Valença, à excepção de uma, é a «primeira onda epidémica» a nível local em Portugal«Até agora, os casos [de gripe A] tinham sido difusamente distribuídos pelo país, com excepção para alguns focos ocorridos em escolas», adiantou à agência Lusa Constantino Sakellarides.

Na sexta-feira, dos 1600 alunos que frequentam as várias escolas do concelho de Valença, Viana do Castelo, 300 faltaram às aulas por terem contraído gripe A (H1N1).

Segundo o coordenador da Unidade de Saúde Pública do Alto Minho, Carlos Pinheiro, a gripe A atacou em todas as escolas do concelho, à excepção de uma, sendo que o número mais elevado de casos se regista na EB 2,3/S de Valença. Numa EB1 do concelho, a taxa de alunos infectados atinge os 43 por cento.

Constantino Sakellarides explicou que o facto do surto de gripe ter ocorrido em «praticamente todas as escolas do concelho indica que se trata, provavelmente, da primeira onda epidémica do país a nível local», adiantando que a situação deverá ser estudada.

Sobre os motivos que poderão ter originado o aparecimento de tantos casos no mesmo local, o director da ENSP afirmou que «nunca se sabem».

«Qualquer factor interactivo, como baixa de temperatura ou maior humidade, pode potenciar um fenómeno desses, mas nunca sabemos porque é que as ondas epidémicas aparecem num sítio e não aparecem noutros», sustentou.

Carlos Pinheiro admitiu que este surto de gripe em Valença se poderá ter ficado a dever à proximidade com a Galiza, região espanhola onde também já se registaram vários doentes infectados pelo vírus H1N1.

«É uma hipótese, mas não o podemos afirmar categoricamente», referiu, ressalvando que este surto de gripe «não é caso para alarme» e que «já era expectável», tanto em Valença como em qualquer outra zona do País.

Lusa / SOL

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

«Boatos» na Internet contribuem para «ruído» à volta da vacinação

Os «boatos» sobre a vacina contra a gripe pandémica chegam mais depressa à população do que a informação científica, causando dúvidas e «ruído» à volta da vacinação, afirma o director da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP)
Constantino Sakallarides, que falava hoje à Lusa à margem da conferência ‘A importância e os limites da lei na protecção da saúde pública’, que decorreu em Lisboa, comentava a recusa de alguns elementos de grupos prioritários em tomar a vacina da gripe A (H1N1).

«No mundo actual, há um contraste crescente entre a rapidez com que os modernos meios de informação - Internet, redes sociais, Youtube, Twitter - espalham rumores e boatos com alguma aparência de credibilidade» e o «processo ainda clássico de formação de opinião científica que demora tempo», sustenta.

No entanto, está convicto de que «a adesão à vacinação vai aumentar à medida que as pessoas vão tendo mais informação científica e vão surgindo mais casos» de gripe A H1N1.

O director da ENSP lembra que os primeiros trabalhos sobre os ensaios da vacina foram publicados a 10 de Setembro. «Essa publicação dá origem a formar opinião de carácter científico que depois é transmitida aos meios profissionais», explica.

Mas há um «tempo de latência entre a produção desta informação científica e a adesão das pessoas e a sua compreensão», que é «maior, menos eficaz e dá resultados práticos mais tardios do que a circulação do rumor e do boato que os meios de informação permitem», justifica.

De alguma forma, acrescenta, «é natural este ruído. O que esperamos é que, com a acção dos líderes científicos, dos profissionais e da comunicação social» as pessoas aceitem a base científica das recomendações.

A questão de tomar ou não a vacina suscita algumas perguntas como «Qual é o estatuto legal das boas práticas» e, no caso, de um profissional de saúde aconselhar um doente a ser vacinado e este recusar e ter uma complicação grave que consequência poderá ter.

«A resposta dos juristas [a estas questões] foi que as orientações de boas práticas não têm estatuto legal, mas o não seguimento dessas orientações e as suas consequências devem ser argumentadas e justificadas por quem não as seguiu», afirma Sakallarides.

«Cabe a quem não seguiu as boas práticas explicar em caso de complicações porque é que tomou essa decisão», acrescenta.

Por outro lado, o responsável adiantou que a vacinação nunca deve ser feita sob «ameaça» de uma acção coerciva que «provoca reacções negativas nas pessoas».

«As pessoas querem ser convencidas de que a vacina é boa e que é segura, não querem ser obrigadas a tomá-la», defende.

Constantino Sakallarides afiança que o «meio académico está centrado em ajudar a dar uma boa resposta ao problema».

Neste momento, anuncia, existe um esforço do Ministério da Saúde em fazer uma melhor integração da base de dados com informação relevante para a gripe pandémica.

Os dados serão das consultas dos centros de saúde, das urgências e consultas hospitalares, da Linha Saúde 24 para permitir ter um retrato local da evolução da gripe, avança.

Para Constantino Sakallarides, é «muito importante que essa informação seja tornada pública logo que possível», porque «uma informação precoce sobre surtos locais é um elemento crítico para localmente se implementar um plano de contingência».

Lusa / SOL